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HORA VIP - A revista que surpreende

HISTÓRIA DE VIDA DE RUI REIS

A INFÂNCIA DO RUI

“A minha infância foi feliz, cresci numa cidade pequena onde eu considero ser um meio excelente para se ter uma boa infância. Brincava bastante com os meus amigos, a minha mãe até tinha que me ir chamar senão até me esquecia de almoçar e jantar, todo o meu tempo era passado na rua a jogar futebol, ir á praia, brincar no meio do mato. Fiz desporto toda a minha vida e durante esta fase da vida até fiz dois desportos ao mesmo tempo, jogava futebol e basquetebol, mas sempre gostei mais do futebol. O meu ambiente familiar sempre foi estável e tranquilo e na escola era um aluno razoável”.

O SONHO DE CRIANÇA

“O meu sonho de criança sempre foi jogar futebol, como o de milhares de crianças. Comecei no clube aqui da minha terra, Lusitano de VRSA, mas com os meus 15 anos fui jogar para o Olhanense, era um clube que estava em ascensão, a equipa principal acabara de subir para a primeira divisão e o projeto era bastante aliciante, tive uma lesão durante um jogo que me levou a um longo processo de recuperação, quando voltei transferi-me para o Farense onde acabei a minha formação no futebol e onde foi o ultimo clube que representei enquanto jogador”.

A JUVENTUDE DE RUI

“A minha juventude teve as suas agitações como a de qualquer adolescente, entre a escola e o futebol sobrava-me muito pouco tempo, mal saia da escola ia para o treino que era em Olhão tinha que apanhar o comboio para ir para Tavira e lá apanhava a carrinha do clube onde me levava para Olhão, fazia 80 km quase todos os dias para ir treinar, chegava a casa já os ponteiros marcavam quase meia-noite. Na escola estudei artes visuais, era um aluno razoável, nunca reprovei nenhum ano. Mais tarde fui jogar para o Farense, e consequentemente fui viver e estudar para Faro. Foi muito engraçado porque nunca tinha vivido tanto tempo seguido sozinho e aprendi bastante, cumpria com todas a lides domesticas e desenrascava-me muito bem. Quando acabei a escola sabia que não queria ir para a universidade, então apostei em tirar alguns cursos profissionais, como o de personal trainer, e barbeiro. Procurei algumas escolas em Faro que tivessem esses cursos e inscrevi-me”.

A BARBEARIA

“Quando pensei em seguir esta área, o meu principal objetivo sempre foi abrir a minha própria barbearia. Era um desejo meu poder ter algo á minha maneira e disponibilizar os meus serviços às pessoas.
“Gosto bastante do que faço e é desafiante cada cabelo, cada penteado e conjuga-lo com o poder conhecer pessoas novas, poder falar, partilhar ideias, opiniões acaba por ser algo muito bom. Realizado não me sinto porque é uma vida que acaba por me prender muito e torna-se uma rotina. Eu gostava de ter uma vida mais ativa com mais variedade de momentos, lugares. Que explora-se mais de mim e a minha principal meta ao entrar no programa era tentar abrir portas que pudessem realizar a esse nível”.

CASA DOS SEGREDOS

“O principal objetivo ao entrar na Casa dos Segredos foi viver aquela experiência, revejo-me naquele que é o formato do jogo. Sempre achei que a minha pessoa era a adequada para viver uma experiência daquele nível. Adoro aventuras e testar-me e nada melhor que participar neste programa, foi o que pensei. É um programa de entretenimento e considero-me ter qualidades para faze-lo, sabia que poderia oferecer muito ao programa e divertir-me então avancei.

Foi uma experiência muito positiva, cresci e aprendi bastante e isso é o principal, não consegui estar estável mentalmente e isso fez com que não desse tudo o que gostaria de ter dado e ter mostrado a minha essência na sua plenitude. Na verdade, não é fácil estar lá dentro por todos e mais alguns fatores. Pensava que a minha imagem estava má cá fora porque eu sentia-me negativo lá dentro, coisa que não o costumo ser cá fora. Mas penso que só ganhei com tudo isto, as pessoas gostam muito de mim, o feedback tem sido muito positivo e penso que consegui divertir as pessoas e isso era algo que queria muito. Queria que as pessoas quando ligassem a televisão esquecessem os seus problemas e durante o tempo que me estivessem a ver pudessem abstrair-se e divertir-se.

Sem dúvida que valeu a pena tal como disse apreendi e cresci num curto espaço de tempo como nunca o fiz na minha vida e isso é o principal. Conhecer pessoas maravilhosas toda aquela magia que é a televisão, poder ter este contacto com a pessoas e ver o quão as fiz feliz e as orgulhei da minha prestação, receber o carinho poder com a visibilidade que ganhei abraçar causas e ajudar pessoas como o tenho feito, isso não tem valor”.

A RELAÇÃO COM A FAMILIA E AMIGOS

“A minha relação com os meus familiares é muito boa, tenho a sorte de ter um bom núcleo familiar, muito estável. Eu considero-me um pouco o reflexo de tudo isso. Com os meus amigos é igual, tenho muitos amigos não é difícil gostarem de mim e eu das outras pessoas sou bastante acessível a este nível”.